Análises e Críticas

Goiás recebe 8.585 tubetes de insulina glargina para pacientes do SUS

ResumoO Ministério da Saúde distribuiu a Goiás 8.585 tubetes de insulina glargina e 2.346 canetas reutilizáveis para pacientes do SUS. A insulina glargina substitui gradualmente a insulina NPH, sendo indicada para crianças e adolescentes de 2 a 18 anos incompletos com diabetes.

O estado de Goiás recebeu 8.585 tubetes de insulina glargina e 2.346 canetas reutilizáveis, distribuídos pelo Ministério da Saúde como parte da substituição gradual da insulina NPH no SUS. A nova insulina é indicada para crianças e adolescentes de 2 a 18 anos incompletos com diab

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Goiás recebe 8.585 tubetes de insulina glargina para pacientes do SUS
Goiás recebe 8.585 tubetes de insulina glargina para pacientes do SUSFoto: Reprodução · Catavento

O estado de Goiás recebeu 8.585 tubetes de insulina glargina e 2.346 canetas reutilizáveis para aplicação do medicamento, que passa a ser distribuído pelo Ministério da Saúde como parte da substituição gradual da insulina NPH no Sistema Único de Saúde (SUS). A nova insulina é indicada, inicialmente, para crianças e adolescentes de 2 a 18 anos incompletos com diabetes tipo 1 e para idosos com 70 anos ou mais com diabetes tipo 1 ou tipo 2, mediante avaliação clínica e prescrição médica.

A insulina glargina é considerada um medicamento mais moderno, de ação prolongada, permitindo, na maioria dos casos, apenas uma aplicação diária. Além de facilitar o tratamento, ela proporciona maior estabilidade no controle da glicemia, reduz o risco de episódios de hipoglicemia e melhora a adesão dos pacientes ao tratamento.

Como a insulina glargina chega ao SUS em Goiás

Para receber o medicamento, o paciente deve procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima com receita médica válida. Após avaliação da equipe de saúde, será realizada a substituição gradual da insulina NPH pela glargina para os pacientes que se enquadram nos critérios definidos pelo Ministério da Saúde.

O que o paciente recebe além dos tubetes

Além dos tubetes de insulina, os pacientes receberão uma caneta reutilizável, com validade de até três anos, e as agulhas necessárias para a aplicação, além de orientações sobre o uso correto e o armazenamento do medicamento.

Por que a substituição da insulina NPH?

A insulina glargina é considerada um medicamento mais moderno, de ação prolongada, permitindo, na maioria dos casos, apenas uma aplicação diária. Ela proporciona maior estabilidade no controle da glicemia, reduz o risco de episódios de hipoglicemia e melhora a adesão dos pacientes ao tratamento.

Quem pode receber a insulina glargina pelo SUS

A nova insulina é indicada, inicialmente, para crianças e adolescentes de 2 a 18 anos incompletos com diabetes tipo 1 e para idosos com 70 anos ou mais com diabetes tipo 1 ou tipo 2, mediante avaliação clínica e prescrição médica.

A estratégia nacional de ampliação do acesso

A distribuição faz parte de uma estratégia nacional para ampliar o acesso a tratamentos mais modernos e garantir maior segurança e qualidade de vida às pessoas com diabetes atendidas pelo SUS.

Perguntas Frequentes

O que é insulina glargina?

É um medicamento de ação prolongada que permite, na maioria dos casos, apenas uma aplicação diária, proporcionando maior estabilidade no controle da glicemia.

Quem tem direito à insulina glargina pelo SUS em Goiás?

Crianças e adolescentes de 2 a 18 anos incompletos com diabetes tipo 1 e idosos com 70 anos ou mais com diabetes tipo 1 ou tipo 2, mediante avaliação clínica e prescrição médica.

Como conseguir a insulina glargina em Goiás?

O paciente deve procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima com receita médica válida.

O que o paciente recebe além dos tubetes de insulina?

Recebe uma caneta reutilizável, com validade de até três anos, e as agulhas necessárias para a aplicação, além de orientações sobre o uso correto e o armazenamento do medicamento.

Qual a diferença entre insulina glargina e NPH?

A insulina glargina é mais moderna, de ação prolongada, permitindo na maioria dos casos apenas uma aplicação diária, com maior estabilidade no controle da glicemia e menor risco de hipoglicemia.

A insulina glargina substitui a NPH no SUS?

Sim, a distribuição faz parte da substituição gradual da insulina NPH pela glargina no SUS.

Benedita Lopes Aragão
Sobre o autor · Pesquisadora de Arte e Memória

Liga o presente da arte ao acervo esquecido, especialista em patrimônio cultural.

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