O estado de Goiás recebeu 8.585 tubetes de insulina glargina e 2.346 canetas reutilizáveis para aplicação do medicamento, que passa a ser distribuído pelo Ministério da Saúde como parte da substituição gradual da insulina NPH no Sistema Único de Saúde (SUS). A nova insulina é indicada, inicialmente, para crianças e adolescentes de 2 a 18 anos incompletos com diabetes tipo 1 e para idosos com 70 anos ou mais com diabetes tipo 1 ou tipo 2, mediante avaliação clínica e prescrição médica.
A insulina glargina é considerada um medicamento mais moderno, de ação prolongada, permitindo, na maioria dos casos, apenas uma aplicação diária. Além de facilitar o tratamento, ela proporciona maior estabilidade no controle da glicemia, reduz o risco de episódios de hipoglicemia e melhora a adesão dos pacientes ao tratamento.
Como a insulina glargina chega ao SUS em Goiás
Para receber o medicamento, o paciente deve procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima com receita médica válida. Após avaliação da equipe de saúde, será realizada a substituição gradual da insulina NPH pela glargina para os pacientes que se enquadram nos critérios definidos pelo Ministério da Saúde.
O que o paciente recebe além dos tubetes
Além dos tubetes de insulina, os pacientes receberão uma caneta reutilizável, com validade de até três anos, e as agulhas necessárias para a aplicação, além de orientações sobre o uso correto e o armazenamento do medicamento.
Por que a substituição da insulina NPH?
A insulina glargina é considerada um medicamento mais moderno, de ação prolongada, permitindo, na maioria dos casos, apenas uma aplicação diária. Ela proporciona maior estabilidade no controle da glicemia, reduz o risco de episódios de hipoglicemia e melhora a adesão dos pacientes ao tratamento.
Quem pode receber a insulina glargina pelo SUS
A nova insulina é indicada, inicialmente, para crianças e adolescentes de 2 a 18 anos incompletos com diabetes tipo 1 e para idosos com 70 anos ou mais com diabetes tipo 1 ou tipo 2, mediante avaliação clínica e prescrição médica.
A estratégia nacional de ampliação do acesso
A distribuição faz parte de uma estratégia nacional para ampliar o acesso a tratamentos mais modernos e garantir maior segurança e qualidade de vida às pessoas com diabetes atendidas pelo SUS.
Perguntas Frequentes
O que é insulina glargina?
É um medicamento de ação prolongada que permite, na maioria dos casos, apenas uma aplicação diária, proporcionando maior estabilidade no controle da glicemia.
Quem tem direito à insulina glargina pelo SUS em Goiás?
Crianças e adolescentes de 2 a 18 anos incompletos com diabetes tipo 1 e idosos com 70 anos ou mais com diabetes tipo 1 ou tipo 2, mediante avaliação clínica e prescrição médica.
Como conseguir a insulina glargina em Goiás?
O paciente deve procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima com receita médica válida.
O que o paciente recebe além dos tubetes de insulina?
Recebe uma caneta reutilizável, com validade de até três anos, e as agulhas necessárias para a aplicação, além de orientações sobre o uso correto e o armazenamento do medicamento.
Qual a diferença entre insulina glargina e NPH?
A insulina glargina é mais moderna, de ação prolongada, permitindo na maioria dos casos apenas uma aplicação diária, com maior estabilidade no controle da glicemia e menor risco de hipoglicemia.
A insulina glargina substitui a NPH no SUS?
Sim, a distribuição faz parte da substituição gradual da insulina NPH pela glargina no SUS.
