# Hospital opera paciente errada; idosa morre três dias depois

> Jandira Marina Dias Braga, 76 anos, morreu três dias após ser operada por engano em hospital. Internada para tratar obstrução intestinal, Jandira foi levada ao centro cirúrgico no lugar de outra paciente. A unidade abriu investigação interna e afastou profissionais envolvidos no erro.

*Catavento · Análises e Críticas · 23 de julho de 2026 · Otávio Reinhardt Maia*

Jandira Marina Dias Braga, de 76 anos, internada para tratar uma obstrução intestinal, foi levada ao centro cirúrgico no lugar de outra paciente. A unidade abriu investigação interna e afastou profissionais envolvidos. A idosa morreu três dias após o erro.

## Hospital opera paciente errada; idosa morre três dias depois

Jandira Marina Dias Braga, de 76 anos, foi levada ao centro cirúrgico de um hospital no lugar de outra paciente. Ela estava internada para tratar uma obstrução intestinal. A unidade abriu investigação interna e afastou profissionais envolvidos. A idosa morreu três dias após o erro.

## Falha na identificação levou paciente errada ao centro cirúrgico

A idosa, que aguardava tratamento para uma obstrução intestinal, foi encaminhada ao centro cirúrgico no lugar de outra paciente. O hospital informou que uma falha na identificação de pacientes causou o engano. A unidade não divulgou detalhes sobre o procedimento realizado nem sobre os profissionais afastados.

## Hospital abriu investigação interna e afastou profissionais

Após o incidente, a unidade hospitalar instaurou uma investigação interna para apurar as circunstâncias do erro. Os profissionais envolvidos foram afastados de suas funções. O hospital não informou quantos funcionários foram afastados nem quais as medidas disciplinares aplicadas.

## O erro que custou uma vida

Três dias depois de ser submetida à cirurgia indevida, Jandira Marina Dias Braga morreu. A causa da morte não foi divulgada pela unidade. O caso levanta questões sobre os protocolos de segurança do paciente em hospitais brasileiros.

## Protocolos de identificação de pacientes

A identificação correta de pacientes é uma das metas internacionais de segurança do paciente, estabelecidas pela Organização Mundial da Saúde (OMS). O uso de pulseiras de identificação, confirmação verbal do nome e data de nascimento, e a checagem do prontuário são medidas básicas para evitar trocas.

## O que a investigação pode revelar

A investigação interna do hospital deve apurar em que etapa da cadeia de cuidados a falha ocorreu: se no momento da prescrição, na preparação do paciente, na comunicação entre equipes ou na execução do procedimento. O afastamento dos profissionais envolvidos é uma medida padrão em casos de erro grave.

## Direitos dos pacientes e familiares

Familiares de pacientes vítimas de erro médico podem buscar reparação por danos morais e materiais. O Código de Defesa do Consumidor e o Código Civil brasileiro preveem a responsabilidade objetiva dos hospitais por falhas na prestação de serviços. É recomendável procurar um advogado especializado em direito médico-hospitalar.

## Perguntas Frequentes

### O que causou o erro de identificação?

O hospital informou que uma falha na identificação de pacientes levou a idosa ao centro cirúrgico no lugar de outra pessoa. A investigação interna deve apurar as causas exatas.

### Quantos profissionais foram afastados?

A unidade não divulgou o número de profissionais envolvidos nem os nomes. Informou apenas que foram afastados de suas funções.

### Qual a situação da outra paciente?

A fonte não informa o estado de saúde da paciente que deveria ter sido operada.

### O hospital já divulgou o resultado da investigação?

Até o momento, a unidade não divulgou o resultado da investigação interna.

### O que fazer em caso de erro médico?

Familiares devem registrar boletim de ocorrência, solicitar cópia do prontuário médico e buscar orientação jurídica especializada.

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Fonte (canonical): https://catavento.art.br/analises-e-criticas/hospital-opera-paciente-errada-idosa-morre-tres-dias-depois/
