Pescadores desaparecidos no Rio Paranaíba são encontrados mortos após quatro dias de buscas
Os pescadores Antônio Alves Teodoro, de 60 anos, e Alaor Rodrigues da Silva, de 77, foram encontrados mortos na manhã desta quinta-feira (23), no Rio Paranaíba, na divisa entre Goiás e Minas Gerais. As vítimas estavam desaparecidas desde segunda-feira (20) e foram localizadas por uma equipe do Corpo de Bombeiros de Goiás.
Eu já vi muitas buscas em rios de divisa, mas o Rio Paranaíba tem um jeito próprio de guardar segredos. Naquela manhã, o amanhecer trouxe à superfície o que a correnteza escondia havia quatro dias. A operação durou o tempo de uma semana de trabalho, e os bombeiros de Goiás e Minas Gerais não descansaram até encontrar os dois.
Como os pescadores foram encontrados?
Testemunhas encontraram o barco virado no rio e acionaram as equipes de resgate. Próximo à embarcação, os militares localizaram um tablado aberto e uma licença de pesca em nome de uma das vítimas. Os corpos foram achados na superfície do rio, próximos ao ponto onde haviam sido vistos pela última vez.
A localização ocorreu ao amanhecer, durante trabalho realizado por uma equipe do Corpo de Bombeiros de Goiás. A região possui profundidade média de 12 metros e visibilidade subaquática de cerca de três metros. Informações de moradores sobre correntes, ventos e comportamento do rio também ajudaram no planejamento das buscas.
Quem eram as vítimas?
As vítimas moravam em Uberlândia e eram amigas. Antônio Alves Teodoro, de 60 anos, e Alaor Rodrigues da Silva, de 77, passaram um período no rancho de um dos pescadores e saíram de barco para pescar na região da ponte Quinca Mariano, mas não retornaram.
Eu penso na amizade que os levou até ali, na confiança de dois homens que conheciam o rio, mas que, naquela segunda-feira, algo deu errado. O silêncio que se seguiu ao desaparecimento foi rompido apenas pelo barulho dos motores das equipes de busca.
Como foi a operação de buscas?
A operação durou quatro dias e reuniu bombeiros de Goiás e Minas Gerais, além de militares especializados de Uberlândia. Foram realizados mergulhos, buscas de superfície e monitoramento com drones.
A região possui profundidade média de 12 metros e visibilidade subaquática de cerca de três metros. Informações de moradores sobre correntes, ventos e comportamento do rio também ajudaram no planejamento das buscas.
O que a polícia está investigando?
A Polícia Civil foi acionada para realizar os procedimentos legais e apurar as circunstâncias do afogamento. Os corpos foram encaminhados para os exames necessários.
Eu não sei o que os laudos vão apontar, mas a cena que encontrei nos relatos oficiais é a de um rio traiçoeiro, com 12 metros de profundidade e visibilidade de apenas três. Não há acusação, apenas o fato: dois pescadores saíram para pescar e não voltaram.
O que se sabe sobre o local do acidente?
O Rio Paranaíba marca a divisa entre Goiás e Minas Gerais. A ponte Quinca Mariano é um ponto conhecido por pescadores da região. A profundidade média de 12 metros e a visibilidade subaquática de cerca de três metros tornam as buscas desafiadoras.
Moradores locais contribuíram com informações sobre correntes, ventos e comportamento do rio, o que ajudou no planejamento das buscas.
Perguntas Frequentes
Quando os pescadores foram encontrados?
Os corpos foram localizados na manhã desta quinta-feira (23), após quatro dias de buscas.
Onde ocorreu o acidente?
No Rio Paranaíba, na divisa entre Goiás e Minas Gerais, próximo à ponte Quinca Mariano.
Quem coordenou as buscas?
O Corpo de Bombeiros de Goiás, com apoio de bombeiros de Minas Gerais e militares especializados de Uberlândia.
As vítimas eram de onde?
Moravam em Uberlândia, Minas Gerais.
O que foi encontrado no local?
Um barco virado, um tablado aberto e uma licença de pesca em nome de uma das vítimas.
A polícia está investigando?
Sim, a Polícia Civil foi acionada para apurar as circunstâncias do afogamento.
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