A Aneel, Agência Nacional de Energia Elétrica, manteve a bandeira tarifária amarela para setembro. A decisão, anunciada nesta sexta-feira, confirma que os consumidores continuarão pagando a taxa extra de R$ 1,85 a cada cem quilowatts-hora consumidos.
O acréscimo vem de condições menos favoráveis para a geração de energia no país, que empurram o sistema a usar fontes mais caras. O mecanismo das bandeiras funciona como um termômetro mensal: ele dá transparência ao custo real da eletricidade que chega às casas.
Na prática, quem consome 200 kWh por mês terá um adicional de R$ 3,70 na conta. Para 300 kWh, o impacto sobe para R$ 5,55. A conta é simples, mas o peso aparece no fim do mês.
A agência pede que os consumidores usem a eletricidade de maneira consciente. Reduzir o uso do ar-condicionado em horários de pico e revisar o consumo de eletrodomésticos são medidas que ajudam a aliviar o orçamento.
A manutenção da bandeira amarela sinaliza que o cenário de geração segue apertado. Para quem vive a cena cultural, a dica é a mesma: ajustar o ritmo, sem perder o tom.
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