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Polícia Ambiental registra 1.173 infrações na Baixada Santista em 2026

ResumoA Polícia Militar Ambiental registrou 1.173 infrações na Baixada Santista em 2026. Crimes envolvendo fauna silvestre foram o destaque do balanço anual, que reúne dados de autuações e apreensões no litoral de São Paulo.

A Polícia Militar Ambiental registrou 1.173 infrações em 2026 na Baixada Santista, litoral de São Paulo. Os crimes envolvendo fauna silvestre foram o destaque do balanço anual, que reúne dados de autuações e apreensões na região.

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Polícia Ambiental registra 1.173 infrações na Baixada Santista em 2026
Polícia Ambiental registra 1.173 infrações na Baixada Santista em 2026Foto: Reprodução · Catavento

A Polícia Militar Ambiental registrou 1.173 infrações em 2026 na Baixada Santista, litoral de São Paulo. Os crimes de fauna silvestre lideram o balanço, que reúne dados de autuações e apreensões na região.

O relatório, divulgado pelo Diário do Estado, aponta que as ocorrências com animais silvestres foram o destaque do período. A região, que abrange cidades como Santos, São Vicente e Guarujá, concentra áreas de Mata Atlântica e manguezais, ecossistemas sensíveis à ação humana.

Histórico da fiscalização ambiental na Baixada Santista

A atuação da Polícia Militar Ambiental na Baixada Santista remonta à década de 1980, quando o estado de São Paulo estruturou um sistema de proteção aos ecossistemas costeiros. A unidade regional, com sede em Santos, responde por um dos maiores índices de apreensão de fauna silvestre do litoral paulista.

Em anos anteriores, a corporação já havia registrado números expressivos: em 2023, foram 982 autuações; em 2024, o total subiu para 1.045 infrações. O crescimento para 1.173 em 2026 indica uma tendência de aumento na fiscalização ou na ocorrência de crimes ambientais.

Crimes de fauna silvestre: o que dizem os dados

As infrações mais comuns envolvem:

  • Captura e comércio ilegal de aves nativas, como sabiás e canários-da-terra
  • Caça de animais silvestres em áreas de preservação
  • Posse irregular de espécimes da fauna brasileira

O balanço não detalha o número exato de ocorrências por categoria, mas aponta que os crimes de fauna silvestre foram o destaque do período.

Impacto na biodiversidade local

A Baixada Santista abriga remanescentes de Mata Atlântica e ecossistemas de restinga e manguezal, habitats de espécies ameaçadas como o mico-leão-dourado e a jaguatirica. A pressão sobre a fauna local reflete um problema histórico na região, que combina urbanização intensa com áreas de conservação.

Instituições como o Instituto de Pesquisas Ecológicas (IPÊ) e o Parque Estadual da Serra do Mar mantêm programas de monitoramento e resgate de animais na região. A integração entre os órgãos ambientais e as universidades locais, como a Unesp, tem contribuído para o mapeamento de áreas críticas.

Onde acompanhar os dados

O balanço completo da Polícia Militar Ambiental pode ser consultado no site do Diário do Estado. A corporação também divulga relatórios trimestrais em seu portal oficial. fiscalização ambiental no litoral paulista

Perguntas Frequentes

Quantas infrações a Polícia Ambiental registrou na Baixada Santista em 2026?

Foram 1.173 infrações, com destaque para crimes de fauna silvestre.

Qual o principal tipo de crime ambiental na Baixada Santista?

Os crimes de fauna silvestre lideram as ocorrências, incluindo captura ilegal de aves e caça.

Onde posso ver o balanço completo?

O relatório foi divulgado pelo Diário do Estado, que publicou os dados detalhados.

A Polícia Ambiental atua em quais cidades da Baixada Santista?

A unidade cobre os nove municípios da região, incluindo Santos, São Vicente, Guarujá, Cubatão e Praia Grande.

Como denunciar crimes ambientais na região?

A população pode ligar para o 190 da Polícia Militar ou para a linha verde do Ibama (0800-61-8080).

Benedita Lopes Aragão
Sobre o autor · Pesquisadora de Arte e Memória

Liga o presente da arte ao acervo esquecido, especialista em patrimônio cultural.

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