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Viva Maria destaca participação indígena na COP17

ResumoViva Maria, programa da Rádio Nacional, destacou a participação indígena na COP17 da UNCCD, encerrada em Ulaanbaatar. Lúcia Alberta Baré, presidenta da Funai, apresentou balanço das discussões sobre desertificação e degradação da terra. A presença dos povos indígenas reforçou a importância do conhecimento tradicional nas políticas de combate à seca e à perda de solo.

O Viva Maria desta quinta-feira, 27, destaca a participação dos povos indígenas na COP17 da UNCCD, que termina nesta sexta, 28, em Ulaanbaatar. Lúcia Alberta Baré, presidenta da Funai, faz balanço das discussões.

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Viva Maria destaca participação indígena na COP17
Viva Maria destaca participação indígena na COP17Foto: Reprodução · Catavento

O programa Viva Maria desta quinta-feira, 27, destaca a participação dos povos indígenas na COP17 da Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação (UNCCD), que termina nesta sexta-feira, 28, em Ulaanbaatar, na Mongólia.

A presidenta da Fundação Nacional dos Povos Indígenas, Lúcia Alberta Baré, participa do encontro e, em entrevista à apresentadora Mara Régia, faz um balanço das discussões e da articulação dos representantes indígenas de diferentes regiões do mundo.

Realizada desde o dia 17 de agosto, a COP17 reúne governos, povos indígenas, comunidades tradicionais, cientistas e organizações da sociedade civil para discutir medidas de enfrentamento à desertificação, à degradação da terra e às secas.

Lúcia Alberta Baré destaca que, embora a delegação brasileira seja pequena, a presença indígena tem sido estratégica para levar às discussões internacionais demandas relacionadas à proteção dos territórios, à demarcação das terras indígenas e à restauração de áreas degradadas.

A presidenta da Funai também participou, na quarta-feira, 26 de agosto, do fórum de alto nível "Das Terras Sagradas ao Pastoreio do Futuro", dedicado aos povos indígenas durante a COP17. Segundo ela, o encontro permitiu apresentar às autoridades mongóis e ao secretariado da Convenção das Nações Unidas para o Combate à Desertificação as reivindicações e contribuições dos povos originários.

Às vésperas do encerramento da conferência, Lúcia Alberta Baré também ressalta a importância da presença de gestores indígenas em cargos estratégicos da administração pública brasileira e fala sobre o papel das mulheres indígenas na defesa dos territórios e dos biomas.

Benedita Lopes Aragão
Sobre o autor · Pesquisadora de Arte e Memória

Liga o presente da arte ao acervo esquecido, especialista em patrimônio cultural.

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